Sexta-feira, 24 de novembro de 2023
- Duarte Carrasco
- 23 de dez. de 2024
- 4 min de leitura
Atualizado: 25 de jan.
Hoje, assinalo os meus 23 anos. As celebrações deste ano já tiveram dois momentos distintos: uma no pico do verão, a 1 de julho, nas filmagens da minha mais recente paródia musical, a “Lista Negra”, e a outra ontem, numa pré-celebração com @s amig@s que fiz na Dinamarca. A Gargi e o Stanislas estavam presentes. Reunimo-nos num aconchegante restaurante francês, o Bouillon, perto da CBS. Éramos treze à mesa, um número que me deixa indeciso entre a sorte e o presságio.
Na Dinamarca, as tradições de aniversário são distintas das que estamos habituad@s em Portugal, uma realidade que se evidenciou durante a minha celebração de aniversário. Aqui, não é habitual trazer-se um bolo de aniversário para um restaurante, não se sopram as velas, e muito menos existe a prática de trincar a vela debaixo da mesa após cantar os “Parabéns a Você”, pedir um desejo e soltar um grito alegre. Foi necessário algum esforço para convencer a administração do restaurante Bouillon a permitir a entrada do bolo, que, ainda assim, não nos foi possível consumir nas suas instalações.
Após uma refeição onde cada um usufruiu de uma entrada, um prato principal e uma sobremesa leve – pensada para não comprometer o espaço no estômago reservado para o bolo –, transportámos a nossa sobremesa principal para uma sala de estudos na biblioteca da CBS, um espaço que nos recebe a qualquer hora, dado que está aberto 24 horas. Quando finalmente pudemos desfrutar do bolo em serenidade, quase à meia-noite, dei início à abertura dos presentes.
A generosidade d@s meus/minhas amig@s dinamarques@s e internacionais surpreendeu-me. Recebi uma variedade de presentes, desde uma pistola de massagem a perfumes, shampoos e cremes, passando por cartas escritas à mão, chocolates e vinhos. Até o bolo tinha sido preparado por três amig@s no próprio dia. Refletindo sobre as diferenças culturais, apercebo-me de que em Portugal, se tivesse feito @s meus/minhas amig@s pagar pelo que consumiram no restaurante, provavelmente não receberia nenhum presente. Contudo, reconheço que a generosidade dos presentes também pode ser atribuída à maior disponibilidade financeira d@s convidad@s.
Além de ter sido o único a realizar apresentações em salas de aula, com mais de trinta sessões ao todo, envolvi-me ativamente na promoção da minha candidatura em todos os grupos de turma dos cursos da CBS no Facebook e mantive uma presença constante nos balcões de informação durante toda a semana, das 7 da manhã às 4 da tarde, de segunda a sexta-feira. Dei-me a conhecer a mais de 1.500 alunos durante as apresentações às turmas e interagi com mais de 300 pessoas nos balcões. A minha campanha digital atingiu aproximadamente 5.000 perfis no LinkedIn.
À espera dos resultados eleitorais, que serão divulgados na próxima segunda-feira, desfruto de uma semana pautada pelo sucesso. Celebro o ser o novo rosto da campanha dos exames da CBS, o completar 23 anos de vida, o estar rodeado de pessoas que me estimam, o ter-me tornado Presidente da CBS UN este ano e o ter ganho o prémio de Voluntári@ do Ano na semana passada. Tudo parece convergir para um estado de felicidade plena.
Neste fim de semana de Thanksgiving, momento de partilha e gratidão, reflito sobre as experiências que marcaram a minha vida até agora e as aventuras que ainda estão por vir. Dou graças por cada desafio superado, por cada sorriso partilhado e por cada sonho que se mantém aceso no horizonte. Aspiro a um futuro repleto de conquistas ainda maiores, mantendo a esperança de que cada passo que dou me aproxima da realização dos meus objetivos. Enquanto o meu país atravessa uma fase de incerteza, fortaleço o meu compromisso de melhorar dia após dia, com o sonho de um dia poder ser uma opção viável para a liderança nacional.
Os 23 anos trazem consigo não apenas a celebração da juventude, mas também o peso da transição para a vida adulta. Esta idade é um marco na jornada de um(a) jovem adult@, um momento de introspeção sobre a identidade própria e o papel no mundo. Os 23 são um convite à responsabilidade, ao mesmo tempo que abrem as portas para novas oportunidades e desafios. É uma época de definir quem somos e quem queremos ser, de solidificar paixões, de aperfeiçoar talentos e de traçar caminhos que nos levem aos nossos objetivos mais ambiciosos. Com a consciência de que a jornada é tão importante quanto o destino, encaro os 23 anos como um capítulo fundamental nesta minha narrativa de vida.
Olhando para o futuro, o próximo ano promete ser de celebração quádrupla: completarei 24 anos no dia 24 de novembro, num período de 24 horas, no ano que coincide com o meu signo no zodíaco chinês, 2024. Tudo parece alinhado para que seja um dia inesquecível. E com um ano bissexto pela frente, tenho 366 dias para me preparar para o que, desde a minha infância, perspetivo como o dia da minha vida. Cada dia que passa é um passo em direção a esse futuro brilhante, repleto de promessas e expectativas, uma contagem decrescente para um aniversário que se afigura como um ponto de viragem.

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